Arquivo da Categoria: Autores

«Indícios de Oiro» de Mário de Sá-Carneiro

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Título: Indícios de Oiro

Autor: Mário de Sá-Carneiro

Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara

Data original de publicação:

Revisão e diagramação: Carlos Pinheiro

Coleção: Clássicos da Literatura

1.ª edição: fevereiro de 2018

Imagem da capa: «Mário de Sá-Carneiro» – Aguarela e caneta sobre papel, de Angelina Pereira.

Formato: epub

Volume de poesia póstumo, deixado pronto para edição pelas mãos de Mário de Sá-Carneiro, que tem o cuidado de, antes de se suicidar, o expedir de Paris para Fernando Pessoa, a quem lega a responsabilidade da sua edição. Redigida entre junho de 1913 e dezembro de 1915, esta coletânea de 38 composições corresponde à produção poética dos anos em que, vivendo em Paris e correspondendo-se com Fernando Pessoa, revela certa permeabilidade às ruturas formais operadas por um modernismo em processo de gestação, aderindo a alguns dos travejamentos que integram as estéticas paúlica e interseccionista, ao mesmo tempo que firma algumas das recorrências temáticas que enformam a sua arte poética, como o sentimento de inadaptação à vida, de permanente incompletude, de narcísico auto-aviltamento e, sobretudo, de consciência dolorosa da irremediável cisão do eu, consubstanciada na dramática tensão entre um eu, vil e prosaico, e um outro, seu duplo ideal.  (Fonte: Infopédia)

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«Folhas Caídas» de Almeida Garrett

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Título: Folhas Caídas

Autor: Almeida Garrett

Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara

Data Original de Publicação: 1853

Revisão e diagramação: Carlos Pinheiro

Coleção: Clássicos da Literatura

1.ª edição: fevereiro de de 2018

Imagem da capa: «Almeida Garrett» – Aguarela e caneta sobre papel, de Angelina Pereira.

Formato: epub

Folhas Caídas é uma colectânea de poesias escritas por Almeida Garrett e publicada na fase final da sua vida, em abril de 1853, um ano antes de morrer, em 9 de dezembro de 1854. Segundo diversos estudiosos, Garrett escreve a obra como forma de demonstrar seu amor a Rosa Montufar (a viscondessa da Luz). (Fonte: Wikipédia)

«Causas da Decadência dos Povos Peninsulares» de Antero de Quental

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Título: Causas da Decadência dos Povos Peninsulares
Autor: Antero de Quental
Edição: Projecto Adamastor
Data Original de Publicação: 1871
Data Publicação eBook: 2015
Capa: Ana Ferreira
Imagem de Capa: Escena de Inquisición, de Francisco de Goya
Revisão: Ricardo Lourenço e Cláudia Amorim

No casino de Lisboa, onde este discurso foi proferido em 1871, Antero de Quental analisava o que levara à estagnação e decadência de Portugal e Espanha a partir do séc. XVI, querendo daí tirar ilações para um futuro diferente. Se hoje o autor pudesse voltar a discorrer sobre o tema, o título da sua conferência seria o mesmo com uma ligeira diferença: Causas da Decadência de Portugal nos últimos 4 séculos e meio, pois 139 anos passaram desde então e, pelos menos em Portugal, continuamos a sentir que nem os nossos representantes têm força mobilizadora, séria e construtiva para reerguer o país nem o povo tem vontade de mudar a sua mentalidade fatalista, deixar de encolher os ombros e construir um Portugal ao nível das suas reais potencialidades. Este texto, mais de que um documento histórico, pode e deve atuar como um despertar de consciências e uma intimação à mudança

«O Bobo» de Alexandre Herculano

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Título: O Bobo

Autor: Alexandre Herculano

Edição: Luso Livros

Formatos: epub

 

A narração da obra decorre no ano de 1128, uns dias antes da batalha de S. Mamede que opôs o exército do jovem D. Afonso Henriques ao exército da sua própria mãe, D. Teresa, pelo trono de Portugal; no entanto as personagens históricas são relegadas para segundo plano e o ênfase é colocado em D. Bibas, o bobo da corte – alguém que Alexandre Herculano faz questão de sublinhar: “A história não conheceu”; ele é o protótipo dos personagens reais que, por profissão, adornavam as cortes da época, chamados de “bobos”, mas acaba também por representar todas as figuras anónimas, sem nome ou título, que sempre tiveram um papel fundamental no desenrolar de acontecimentos históricos mas que foram relegadas ao esquecimento. A mensagem da obra é pois clara: o individuo mais insignificante também tem poder para alterar o rumo da História.

«A Farsa» de Raul Brandão

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Título: A Farsa

Autor: Raul Brandão

Edição: Luso Livros

Formatos: epub

Publicada em 1903, “A Farsa” de Raul Brandão é, possivelmente, a sua obra que mais se aproxima da estrutura narrativa de um romance convencional. Não deixa, no entanto, à semelhança das outras obras do autor, de ser uma obra de carácter expressionista, marcada pelas correntes do Simbolismo e Decadentismo.

A obra mistura também elementos romanescos, trágicos, cómicos, farsantes e até líricos numa prosa marcadamente poética: “a água come as pedras, as lágrimas molham e desgastam as criaturas” – uma característica estilística usual em Raul Brandão.

A Farsa é essencialmente uma narrativa dramática que discorre sobre a ideia e a forma como nós, indivíduos, usamos máscaras sociais como fachada e dissimulação, para encobrir a nossa interioridade conturbada e o nosso “eu” psicológico verdadeiro que é cada ser humano, reduzindo esta ideia aos traços grosseiros da caricatura, mas sempre com uma sensibilidade inigualável, como todas as obras de Raul Brandão.

O Doido e a Morte de Raul Brandão

 

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Título: O Doido e a Morte

Autor: Raul Brandão

Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara

Ficheiro: ePub

Coleção: Clássicos da Literatura

1.ª edição: junho de 2017

Editado em 1923 e estreado no Teatro Politeama, a 1 de Março de 1926, numa «récita única» a favor dos vendedores de jornais, O Doido e a Morte, elogiado por José Régio e Miguel Torga é, porventura, a melhor obra de Raul Brandão e reveste-se de enorme relevo no panorama teatral português, à época dominado pela baixa comédia, pelo drama popular, a Opereta e a Revista e também pelos subprodutos do Teatro Francês. A acção de O Doido e a Morte desenvolve-se num contexto marcado pela degradação da vida social e política da República.

Cartas de Inglaterra de Eça de Queirós

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Título: Cartas de Inglaterra
Autor: Eça de Queirós
Edição: Agrupamento de Escolas de Leal da Câmara
Ficheiro: ePub
1.ª edição: janeiro de 2016
Escritas aquando da passagem de Eça de Queirós por Newcastle e em Bristol, as Cartas de Inglaterra são reveladoras da capacidade de análise e de espírito crítico do autor.
A obra contém os seguintes textos: Afeganistão e Irlanda, Acerca de livros, O inverno em Londres, O Natal, Literatura de Natal, Israelismo, A Irlanda e a Liga Agrária, Lord Beaconsfield, Os Ingleses no Egito, O Brasil e Portugal, A festa das crianças, Uma partida feita ao Times

Texto segundo o Novo Acordo Ortográfico.

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